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Eu li, me estressei, me magoei, chorei e por último: Guardei pra mim.
~ Verdadesdegaroto (via verdadesdegaroto)


like-boys-and-girls asked:
seguindo (:

obrigada 





Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.
~ Caio Fernando Abreu.  (via verdadesdegaroto)

(Source: cerimoniais)



(Source: bloodymary531)



(Source: mayhramone)



— Fica comigo?
— E se não der certo?
— A gente tenta de novo.
~ Isucky (via desculpa-sociedade)



(Source: dieinjustins)




(Source: prisioneiro-da-morte)



Eu me sufoco sozinha algumas vezes, mas acho que tudo isso é porque eu sinto muito sua falta. É, vai ver é isso mesmo. Eu sinto falta de passar metade da madrugada esperando o telefone tocar ou ouvindo sua voz até pegar no sono. E de ficar horas e horas conversando com você. Sinto falta de quando você não me deixava dormir ou de quando pegava no meu pé por eu comer o tempo todo, ou não comer. Sinto falta de conversar com você o dia inteiro e ainda sim sentir saudade. Sinto falta de ser tão sua. Sinto falta do seu ciúme, de todas as vezes que você me chamava de “minha”. Eu sinto falta de quando o telefone tocava durante a tarde e era você. Sinto falta de pegar no seu pé, de te falar qualquer coisa sem sentido só pra passar meu tempo. Eu sinto falta de não querer mais ninguém, de não precisar mais de ninguém. Eu sinto falta de como você me fazia ser melhor. Eu sinto falta do cheiro que eu sentia sem ao menos te tocar, sinto falta de ficar sorrindo sozinha com as coisas idiotas que você dizia; Sinto falta de fazer as brincadeiras mais bobas do mundo com a sua cara e depois pedir pra beijar sua boca… Eu sinto falta de acordar de manhã com você me dizendo bom dia e me pedindo pra ficar mais um pouco. Eu sinto falta das suas formas insuportáveis de me irritar e como você sempre conseguia me tirar do sério, de quando eu podia ser completamente eu só por estar com você. Eu sinto falta de não ter que fingir nada, de não ter medo de dizer as coisas… Sinto falta de como você me entendia tão bem mesmo que eu não dissesse uma só palavra. Sinto falta de brigar e depois ter aquelas reconciliações que faziam meu coração acelerar. Sinto falta de dizer que vou lamber sua boca e de quando suas palavras me faziam te xingar; e de discutir sobre a televisão ou sobre filhos. Sinto falta daquelas coisas idiotas que você fazia ter tanto sentido. Eu sinto falta de sentir você bem perto, só por ouvir sua voz do outro lado do telefone; eu sinto falta de quando você era tão você que o resto do mundo desaparecia, de quando a sua presença era maior que a ausência e de quando eu não tinha medo de nada enquanto ouvia sua voz. Eu sinto falta de chamar seu nome durante a madrugada e te ouvir respirar fundo e sinto falta, principalmente, de quando aquela nossa música tocava e meu coração batia mais rápido. De quando minha mão suava e eu sabia que era você. Eu sinto falta de quando eu podia chorar sem ter medo de estar completamente sozinha, ou sem chão, sem fé. Eu sinto falta de mim, do que eu era quando estava com você. Eu sinto falta até de me sentir maior e menos complicada, ou complicada demais, mas de uma forma que você sempre desvendava tão bem. Eu sinto falta, droga! Eu sinto muita falta. Eu sinto falta de fazer qualquer coisa idiota e poder correr pros seus braços ou tentar fugir deles, eu sinto falta de tudo. De tudo o que eu era, de tudo o que eu queria ser. Eu sinto falta de me sentir a pessoa mais forte do mundo, de não cair, recair, ter medo. Eu sinto… sinto… Tudo. Ou nada. Às vezes é um vazio enorme e outras vezes eu sei exatamente o que preenche isso tudo. Eu só sinto falta, muita falta. Eu sinto falta da sua voz de sono, do seu orgulho, do seu jeito de me mimar ou tentar não me fazer sentir a pior pessoa do mundo. Eu sinto falta de não me sentir a pior pessoa do mundo o tempo inteiro. Eu sinto falta de tudo. De mim, de você, de nós.
~ Rafaela Marques (via desculpa-sociedade)

(Source: sexbracelet)



Na cama, à noite, enquanto penso em meus muitos pecados e em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho que analisar que não sei se rio ou se choro, dependendo do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.
Minha nossa, agora estou confundindo você também.
~ Anne Frank - Os Diários de Anne Frank. (via sussurrosegritos)

(Source: trebienn)



Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços. Trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões (…) Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas.
~  Caio Fernando Abreu.    (via c-a-n-t-o-s)

(Source: poetizador)



(Source: ruoloc)



Vou te contar…os olhos já não podem ver coisas que só o coração pode entender…
~ Tom Jobim.   (via sussurrosegritos)

(Source: cher-la-vie)




Mulher, sexo frágil, porém tão resistente. Ser mulher não é fácil não, e isso explica o porquê de sermos tão complicadinhas. Andar em cima do salto sem levar tombos é difícil, mas tentamos nos manter em equilíbrio para que o mico de cair não aconteça. Nós lutamos contra a gravidade, contra os obstáculos, enfrentamos nossos maiores medos, insistimos em andar — mesmo, quando nossos pés se cansam de andar em círculos — procuramos cair em locais que não haja ninguém por perto — para que não vejam o quanto um tombo machuca — e, depois de um tempinho, saímos de nosso esconderijo esbeltas, com queixo erguido, cabelo bonito, e esbaldando sorrisos — por mais que algumas partes do nosso corpo ainda estejam doendo —. Além de andar sobre o salto sem cair, precisamos manter nossos instintos e ter cuidado com os nossos sentimentos, o que não facilita nem um pouquinho. Somos intensas por natureza. Tudo que sentimos é em dobro, triplo, quadruplo e olhe lá. Uma hora sorrido, dando altas gargalhadas, outras chorando sem parar. Dá pra entender? Sem contar os desejos e sonhos malucos que carregamos com a gente — mas isso vem desde pequenas, claro — o famoso “príncipe encantado” está presente sempre, e a procura por ele machuca, viu? Mas a questão é, por mais que haja a desilusão com diversos sapos, somos persistentes. Não desistimos. Somos lutadoras, sonhadoras, merecedoras de felicidade, justamente por não desistir fácil assim. Por termos chegado até aqui.
Ser mulher é ser criança, menina, adolescente, é ter uma mistura de todas as fases dentro de uma só pessoa. É ser sonhadora e ao mesmo tempo realista. É lutar para ter um lugar apropriado na sociedade, e querer ter uma família para onde correr ao fim do dia. É ter um brilho no olhar, e não deixa-lo se apagar. É se entregar, é amar incondicionalmente — seja seus pais, filhos(a), amores, amigos(a) —. É quebrar a cara em diversos momentos da vida e, mesmo assim, persistir. É se sentir insegura e precisar de um abrigo vez em quando. É querer ser forte, mesmo sendo frágil. É aguentar a dor de um parto, por querer dar a vida a um serzinho. É ter medo de trovão, insetos, etc, e enfrentar o que vier pela frente por quem se ama. Ser mulher é ser complicada, misteriosa, doce, amarga, encantadora, um pouco de tudo, sabe? É ser meio maluca mesmo. Afinal, quem é que não enlouquece com tantas coisas assim? Eu enlouqueço, enlouqueço sim, enlouqueço muito. Mas, mesmo se tivesse como escolher, eu ainda escolheria ser mulher. E nós, mulheres devemos nos orgulhar do que somos, e continuarmos lutando pelos nossos ideais. Somos merecedoras de orgulho e, principalmente, de respeito. — Daniela Soares u✿s 

Mulher, sexo frágil, porém tão resistente. Ser mulher não é fácil não, e isso explica o porquê de sermos tão complicadinhas. Andar em cima do salto sem levar tombos é difícil, mas tentamos nos manter em equilíbrio para que o mico de cair não aconteça. Nós lutamos contra a gravidade, contra os obstáculos, enfrentamos nossos maiores medos, insistimos em andar — mesmo, quando nossos pés se cansam de andar em círculos — procuramos cair em locais que não haja ninguém por perto — para que não vejam o quanto um tombo machuca — e, depois de um tempinho, saímos de nosso esconderijo esbeltas, com queixo erguido, cabelo bonito, e esbaldando sorrisos — por mais que algumas partes do nosso corpo ainda estejam doendo —. Além de andar sobre o salto sem cair, precisamos manter nossos instintos e ter cuidado com os nossos sentimentos, o que não facilita nem um pouquinho. Somos intensas por natureza. Tudo que sentimos é em dobro, triplo, quadruplo e olhe lá. Uma hora sorrido, dando altas gargalhadas, outras chorando sem parar. Dá pra entender? Sem contar os desejos e sonhos malucos que carregamos com a gente — mas isso vem desde pequenas, claro — o famoso “príncipe encantado” está presente sempre, e a procura por ele machuca, viu? Mas a questão é, por mais que haja a desilusão com diversos sapos, somos persistentes. Não desistimos. Somos lutadoras, sonhadoras, merecedoras de felicidade, justamente por não desistir fácil assim. Por termos chegado até aqui.

Ser mulher é ser criança, menina, adolescente, é ter uma mistura de todas as fases dentro de uma só pessoa. É ser sonhadora e ao mesmo tempo realista. É lutar para ter um lugar apropriado na sociedade, e querer ter uma família para onde correr ao fim do dia. É ter um brilho no olhar, e não deixa-lo se apagar. É se entregar, é amar incondicionalmente — seja seus pais, filhos(a), amores, amigos(a) —. É quebrar a cara em diversos momentos da vida e, mesmo assim, persistir. É se sentir insegura e precisar de um abrigo vez em quando. É querer ser forte, mesmo sendo frágil. É aguentar a dor de um parto, por querer dar a vida a um serzinho. É ter medo de trovão, insetos, etc, e enfrentar o que vier pela frente por quem se ama. Ser mulher é ser complicada, misteriosa, doce, amarga, encantadora, um pouco de tudo, sabe? É ser meio maluca mesmo. Afinal, quem é que não enlouquece com tantas coisas assim? Eu enlouqueço, enlouqueço sim, enlouqueço muito. Mas, mesmo se tivesse como escolher, eu ainda escolheria ser mulher. E nós, mulheres devemos nos orgulhar do que somos, e continuarmos lutando pelos nossos ideais. Somos merecedoras de orgulho e, principalmente, de respeito. — Daniela Soares u✿s 




Poderia ter sido diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas, não disse.
O Caçador de Pipas

Poderia ter sido diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas, não disse.

O Caçador de Pipas